Quem me fez chorar meu amigo
Foi embora
Pegou seu rumo, ruma aonde
Foi-se embora
Quem me fez sorrir meu amigo
Hoje chora
Sente falta do meu corpo
Hoje chora
Quem ardeu minha paixão
Se queimou
Sente falta do calor
Se queimou
Quem brigou comigo a noite
Hoje sofre
Briga só, briga com todos
Mas hoje sofre
Quem me deu a mão na dor
Hoje vive
Com meu amor a todo instante
Hoje vive
Quem me ajudou meu amigo
Hoje tem a mim
Se você é meu amigo
Tem a mim
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Na beira do rio
Sentando na beira do rio
Escrevi à morte o meu desejar
Que um dia espero mesmo
Que finde num instante o meu penar
O meu olho já é cego
Já não posso enchergar
Nem o brilho do céu imenso
Nem o azul daquele mar
Minha perna já é manca
Já não posso mais andar
Não visito meus amigos
Nem me atrevo a galopar
Sentando na beira do rio
Escrevi à morte o meu desejar
Que um dia espero mesmo
Que finde num instante o meu penar
A minha mão jaz morta
Nem um garfo a segurar
Eu não como faz 10 anos
Só me alimenta o luar
Eu não vivo faz é tempo
Como é duro meu penar
Mas a morte é minha amiga
Ela há de de ocupar
Com a minha morte hoje
Não sei se posso contar
Mas a morte prometa
Ela deverá chegar
Sentando na beira do rio
Escrevi à morte o meu desejar
Que um dia espero mesmo
Que finde num instante o meu penar
Escrevo com lágrimas na areia do rio
Pois não há como falar
Minha lingua ela mesmo
Já não pode mais berrar
Acho que a morte me esqueceu
Não há como a perdoar
Se estou vivo é por miséria
Dela nunca me encontrar
Mas ao passo embora lento
Ela um dia vai chegar
E nesse dia então
Eu poderia descansar
Sentando na beira do rio
Escrevi à morte o meu desejar
Que um dia espero mesmo
Que finde num instante o meu penar
Escrevi à morte o meu desejar
Que um dia espero mesmo
Que finde num instante o meu penar
O meu olho já é cego
Já não posso enchergar
Nem o brilho do céu imenso
Nem o azul daquele mar
Minha perna já é manca
Já não posso mais andar
Não visito meus amigos
Nem me atrevo a galopar
Sentando na beira do rio
Escrevi à morte o meu desejar
Que um dia espero mesmo
Que finde num instante o meu penar
A minha mão jaz morta
Nem um garfo a segurar
Eu não como faz 10 anos
Só me alimenta o luar
Eu não vivo faz é tempo
Como é duro meu penar
Mas a morte é minha amiga
Ela há de de ocupar
Com a minha morte hoje
Não sei se posso contar
Mas a morte prometa
Ela deverá chegar
Sentando na beira do rio
Escrevi à morte o meu desejar
Que um dia espero mesmo
Que finde num instante o meu penar
Escrevo com lágrimas na areia do rio
Pois não há como falar
Minha lingua ela mesmo
Já não pode mais berrar
Acho que a morte me esqueceu
Não há como a perdoar
Se estou vivo é por miséria
Dela nunca me encontrar
Mas ao passo embora lento
Ela um dia vai chegar
E nesse dia então
Eu poderia descansar
Sentando na beira do rio
Escrevi à morte o meu desejar
Que um dia espero mesmo
Que finde num instante o meu penar
Triste é sentir saudade, sem poder dizer de quem...
* Frase que sempre ouvi meu pai falando e que já foram feitos vários cordéis.
A conheci por andei
Caminhava sem saber
Se ao passo estava perto
Ou se longe de você
Eu te dei meu coração
Embolado numa sacola
Eu sorri ao lhe entregar
E você nem me deu bola
Eu te disse esse verso
Mas você não entendeu
Fez cara de quem não era
O rumo certo do verso meu
Eu sorri e te disse
Para ouvir tu e mais alguém
Que triste é sentir saudade
Sem poder dizer de quem
Que no dia de festa boa
Que me arrumei para ir vê-la
Só achei seu rastro sujo
Num alberque lá na beira
De um rio que não seca
De uma flor que lá margeia
Não sei se volto logo
Ou se tardo por aqui
Vou falando os meus versos
Para quens e alguéns
Pois triste é sentir saudade
Sem poder dizer de quem
A conheci por andei
Caminhava sem saber
Se ao passo estava perto
Ou se longe de você
Eu te dei meu coração
Embolado numa sacola
Eu sorri ao lhe entregar
E você nem me deu bola
Eu te disse esse verso
Mas você não entendeu
Fez cara de quem não era
O rumo certo do verso meu
Eu sorri e te disse
Para ouvir tu e mais alguém
Que triste é sentir saudade
Sem poder dizer de quem
Que no dia de festa boa
Que me arrumei para ir vê-la
Só achei seu rastro sujo
Num alberque lá na beira
De um rio que não seca
De uma flor que lá margeia
Não sei se volto logo
Ou se tardo por aqui
Vou falando os meus versos
Para quens e alguéns
Pois triste é sentir saudade
Sem poder dizer de quem
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